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quinta-feira, 3 de outubro de 2024

NOSSA VIAGEM - DESLOCAMENTO E CHEGADA


De acordo com nossas pesquisas, sugestões e planejamento, 5 noites em Alter do Chão seriam suficientes para conhecer a região. Escolhemos 4 passeios que abrangiam as praias, rios e a Floresta Nacional, um a cada dia.

Saímos de Brasília num voo da Gol na terça-feira pela manhã para Santarém com escala em Manaus (sem troca de aeronave). Há um voo direto da Latam, mas o horário de chegada em Santarém é após a meia-noite, o que é muito inconveniente. O voo sofreu um atraso de cerca de 1 hora em Manaus devido à chuva e, portanto, chegamos a Santarém por volta das 15 horas morrendo de fome pois a companhia só nos oferece aqueles míseros biscoitinhos de praxe. Sugiro a quem pegar esse voo levar um lanchinho na mochila.

Chegando em Santarém até poderíamos comer alguma coisa no aeroporto, mas lá só tem uma lanchonete bem simples – serve sanduiches, alguns pratos quentes, sucos etc. – e está sempre cheia porque há coincidência de horário dos diversos voos. Então preferimos seguir direto no nosso transfer, que havia sido contratado na mesma empresa dos passeios, para nosso hotel.

NOSSO HOTEL

Ficamos hospedados na Pousada Villa Arumã, um simpático hotel fora do centro da cidade (a cerca de 1,2 km), em meio a uma agradável mata. A hospedagem é em chalés bem equipados, com ar-condicionado, frigobar, filtro (uma novidade que nunca tinha visto em hotéis), produtos de higiene de boa qualidade (Natura). São vários chalés, todos diferentes, alguns com piscina privativa. O café da manhã é muito bem servido, com muitas frutas, pães, bolos, tapiocas etc. E por volta das 16 h é servido um lanche. Eles não servem refeições, mas há a opção de pedir tapiocas e crepiocas até as 19 h com custo adicional, bem como vinhos e tábuas de queijos e frios.













À noite caminhamos até a cidade e fomos almoçar no Restaurante Tribal, cerca de 900 m do hotel. O local é simples, mas a comida é boa. Comemos tambaqui assado, que é uma delícia. E tomamos os sucos regionais – graviola, taperebá (cajá), caju etc.




Na volta optamos por pegar um taxi porque havia uma subida. O preço de cada corrida, R$ 20,00.

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